<![CDATA[Advogados em  Lisboa  tel: 931 465 521 - Blog]]>Wed, 19 Jun 2013 07:33:31 +0000Weebly<![CDATA[Noticias]]>Tue, 22 Feb 2011 04:24:05 GMThttp://www.advogadosemlisboa.com/1/post/2011/02/noticias.htmlAdvogados e enfermeiros regressam do Luxemburgo sem encontrar emprego
http://www.publico.pt/Sociedade/advogados-e-enfermeiros-regressam-do-luxemburgo-sem-encontrar-emprego--1553213

Sociedade de advogados processada por cliente inconformado com a forma como foi defendido
http://www.publico.pt/Sociedade/sociedade-de-advogados-processada-por-cliente-inconformado-com-a-forma-como-foi-defendido-1550862

Mediação e arbitragem em vez de tribunais, defendem advogados lusófonos
http://www.publico.pt/Sociedade/mediacao-e-arbitragem-em-vez-de-tribunais-defendem-advogados-lusofonos-1547477

Ordem dos Advogados criticada por 11 associações de estudantes de Direito
http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/ordem-dos-advogados-criticada-por-onze-associacoes-de-estudantes-de-direito-1547379

Face Oculta prossegue com alegações da defesa de Paulo Penedos
http://www.publico.pt/Sociedade/face-oculta-prossegue-com-alegacoes-da-defesa-de-paulo-penedos_1481287

Advogado de Vara considera "Face Oculta" um "processo político"
http://www.publico.pt/Sociedade/advogado-de-vara-considera-face-oculta-um-processo-politico_1473543


MP e advogados debatem se arguidos do "Face Oculta" vão ou não a julgamento
http://www.publico.pt/Sociedade/mp-e-advogados-debatem-se-arguidos-do-face-oculta-vao-ou-nao-a-julgamento_1480623

Ex-chefe de gabinete de Fátima Felgueiras nega interferência nos pagamentos aos advogados do “saco azul”
http://www.publico.pt/Sociedade/exchefe-de-gabinete-de-fatima-felgueiras-nega-interferencia-nos-pagamentos-aos-advogados-do-saco-azul_1480639

Juíza permitiu leitura de transcrições de escutas apesar da oposição de advogados
http://www.publico.pt/Sociedade/juiza-permitiu-leitura-de-transcricoes-de-escutas-apesar-da-oposicao-de-advogados_1479612

Orçamento da Ordem dos Advogados aprovado à terceira tentativa
http://www.publico.pt/Sociedade/orcamento-da-ordem-dos-advogados-aprovado-a-terceira-tentativa_1485714

Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados exige suspensão de legislação das custas judiciais
http://www.publico.pt/Sociedade/distrital-de-lisboa-da-ordem-dos-advogados-exige-suspensao-de-legislacao-das-custas-judiciais_1375147

Advogados estagiários contestam aumento de taxas
http://www.publico.pt/Sociedade/advogados-estagiarios-contestam-aumento-de-taxas_1487911


Marinho Pinto defende punições severas para advogados que desvirtuem o sentido da profissão http://publico.pt/Sociedade/marinho-pinto-defende-punicoes-severas-para-advogados-que-desvirtuem-o-sentido-da-profissao_1489978

Sociedade de Advogados premeia mérito em Direito
http://www.publico.pt/Sociedade/sociedade-de-advogados-premeia-merito-em-direito_1491418

Advogados estagiários recorrem contra aumento de taxas para exames
http://www.publico.pt/Sociedade/advogados-estagiarios-recorrem-contra-aumento-de-taxas-para-exames_1492355

Advogados vão processar Estado por atrasos no pagamento do apoio judiciário
http://www.publico.pt/Sociedade/advogados-vao-processar-estado-por-atrasos-no-pagamento-do-apoio-judiciario-1513553

http://www.publico.pt/Sociedade/ordem-dos-advogados-vai-avancar-com-acoes-judiciais-contra-o-estado-sem-perdoar-nem-um-centavo-de-juros-da-divida-1513488

http://www.publico.pt/Sociedade/jeronimo-martins-admite-candidatura-a-ordem-dos-advogados-1513541

Advogado quer penhorar carro da ministra
http://www.publico.pt/Sociedade/advogado-quer-penhorar-carro-da-ministra-1514436

Ordem dos Advogados abre inquérito a notícias sobre Duarte Lima
http://www.publico.pt/Sociedade/conselho-de-deontologia-da-ordem-dos-advogados-abre-inquerito-a-noticias-sobre-duarte-lima-1520045

Bastonário dos advogados diz que críticas a aumentos de taxas assentam na mentira
http://www.publico.pt/Sociedade/bastonario-dos-advogados-diz-que-criticas-a-aumentos-de-taxas-assentam-na-mentira-1522953  

Noticas compiladas por: www.advogadosemlisboa.com]]>
<![CDATA[Advogados Online - Como funcionam as consultas jurídicas online? ]]>Sat, 01 Jan 2011 04:34:55 GMThttp://www.advogadosemlisboa.com/1/post/2010/12/advogados-online-como-funcionam-as-consultas-jurdicas-online.htmlO fenómeno não é novo:  trata-se da prestação de consultas jurídicas por e-mail ou através de um chat. Quem quiser saber que passos terá de dar para se divorciar do seu cônjuge, obter aconselhamento jurídico sobre uma partilha de bens ou receber uma consulta sobre um despejo que quer concretizar já pode fazê-lo de casa. Basta ter um computador ligado à Internet e enviar um e-mail para o site de um dos advogados que praticam este serviço. Alguns cobram apenas 20 euros por consulta.

Poder-se-á dizer que são os pioneiros da advocacia na Internet. Não ao nível de manter sites, porque estes, resolvida que está a polémica que envolveu o seu aparecimento, já há muito que fazem parte da imagem dos escritórios de advogados. O fenómeno agora é outro. Ainda está a dar os primeiros passos, muito timidamente, mas não o suficiente para travar a contestação que está a gerar na classe e os processos disciplinares já instaurados pela Ordem dos Advogados (OA).

Os que arriscaram (em termos éticos) lançar-se nas novas tecnologias - que ainda são muito poucos - defendem o serviço e rejeitam a ideia de que estão a violar o rígido código deontológico dos advogados. Os outros - a maioria - falam em publicidade ilegal, em concorrência desleal, em desumanização da advocacia, em má qualidade da consulta. A classe volta a agitar-se.

"O nosso propósito não é económico, 20 euros é manifestamente pouco. Queremos apenas prestar um serviço", explicou ao DN o advogado Paulo Duarte, sócio da MSP Advogados, que há quase um ano presta consulta jurídica na Internet. Paulo Duarte é, aliás, um dos advogados contra quem está a decorrer na Ordem um processo de averiguações, por alegada publicidade ilegal.

Advocacia preventiva?

Quem presta consultas online acredita que está a fazer advocacia preventiva, que está a "prestar um serviço a uma pessoa que de outra forma não recorria a um advogado". Paula Esteves, sócia da Paula Esteves & Associados, que há seis anos dá consultas pela Net, diz: "É uma forma de ajudarmos a população. As pessoas não têm facilidade de ir a um escritório de advogados e pela Internet sentem-se mais à vontade para colocar questões". Olga Santos, advogada de Odivelas que aderiu às consultas de advogados online há quatro meses, recebendo por cada uma 20 euros, vê este serviço "como uma forma de fazer voluntariado e de garantir algum rendimento". Esta advogada admite que algumas pessoas que a contactam dão dados pessoais que mais tarde - quando se tornam clientes - vem a descobrir não serem verdadeiros.

Estes são os advogados que dão consulta jurídica online sobre os mais variados temas - divórcios, partilhas, arrendamento, questões laborais - mas há um que decidiu "especializar-se". Ricardo Candeias tem um site (divórcio.net)onde dá consultas apenas sobre divórcios por mútuo consentimento. O serviço suscitou dúvidas deontológicas à OA, que lhe instaurou um processo. "Ainda hoje não sei qual é a norma deontológica que estou aparentemente a violar", disse ao DN.

António Horta Pinto, presidente do Conselho de Deontologia de Coimbra (onde corre o processo), dá a sua opinião: "Em princípio, fixar os honorários previamente viola o artigo 100.º do Estatuto", segundo o qual os honorários são fixados tendo em conta a complexidade do caso e o tempo despendido.

Que normas são violadas?

A verdade é que o fenómeno é tão recente que ninguém se entende sobre quais as normas estatutárias que estarão (supostamente) a ser violadas. A esmagadora maioria dos advogados é contra a consulta de advogados online - "O sentimento geral é negativo", disse ao DN o causídico Magalhães e Silva - , mas por razões diferentes. E na Ordem a questão não está sequer regulamentada, os pareceres são ainda escassos e só agora começam a ser suscitadas as primeiras dúvidas deontológicas.

Para o candidato a bastonário da OA João Pereira Rosa, o que está em causa é a violação do princípio que define que entre advogado e cliente deve estabelecer-se uma relação pessoal de confiança. Já para Eduardo Pereira de Sousa, presidente da Associação Nacional dos Jovens Advogados, os problemas deontológicos prendem-se com a fixação de "honorários à cabeça" e com publicidade proibida. Mas Magalhães e Silva diz que não se trata de um problema de publicidade, mas sim "de concorrência desleal". E mesmo Paula Esteves, que presta o serviço, acusa o seu colega da MSP - que leva 20 euros por consulta - de estar "a fazer concorrência desleal, porque toda a gente sabe que nenhum advogado cobra 20 euros por uma consulta".

Luís Filipe Carvalho, membro do Conselho Geral da OA, explica ao DN o que está em causa e deixa claro que a orientação da Ordem é a de "não admitir a consulta jurídica online", mas apenas a informação jurídica (não incide sobre casos concretos, é generalista). "Entre advogado e cliente tem de haver relação pessoal e de confiança e a consulta online pode colocar isso em causa. E este é um princípio geral da advocacia", relembra Luís Filipe Carvalho. Mais: "O estatuto obriga-nos, no artigo 85.º, a identificar o cliente", o que pode não acontecer fidedignamente na consulta online, diz. E acrescenta: "Como a consulta jurídica é um acto próprio do advogado, fica por saber se a resposta está de facto a ser dada por um advogado".

Em causa, defende, poderão estar ainda a protecção de dois deveres essenciais do advogado: o sigilo profissional e a certeza de que não há conflito de interesses. " No divórcio, o advogado pode responder, sem saber, um dia à mulher e no outro ao homem, e isso é proibido".

De forma colateral, Luís Filipe Carvalho diz que a consulta de advogados online suscita dúvidas "que se prendem com a publicidade e a angariação de clientela". O advogado diz que não "vê qualquer justificação para regulamentar esta questão, porque existem princípios definidos no estatuto", e deixa claro qual é a orientação da Ordem: "Consulta jurídica de oferta a qualquer tipo de pessoa não é permitida". Uma posição que, contudo, não é assumida de forma tão radical pelo próprio bastonário.
Resta saber onde acaba, na prática, a informação jurídica e começa a consulta.

Veja aqui o parecer da ordem dos advogados sobre a Consulta Jurídica através de meios electrónicos:
http://www.oa.pt/cd/Conteudos/Artigos/detalhe_artigo.aspx?sidc=46180&idc=46184&idsc=46191&ida=63081

(Fonte: INÊS DAVID BASTOS | DIÁRIO DE NOTÍCIAS | 22.01.2007)

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<![CDATA[Conversor de Moeda]]>Tue, 21 Dec 2010 13:06:05 GMThttp://www.advogadosemlisboa.com/1/post/2010/12/conversor-de-moeda.html
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<![CDATA[Quanto custa o serviço de um advogado ]]>Mon, 13 Dec 2010 02:35:26 GMThttp://www.advogadosemlisboa.com/1/post/2010/12/quanto-custa-o-servico-de-um-advogado.htmlEm geral, advogados com experiência cobram tarifas mais elevadas que advogados com menos experiência.
Advogados de grandes firmas cobram tarifas mais elevadas que advogados de firmas mais pequenas e, da mesma forma, advogados das grandes cidades cobram tarifas mais elevadas que advogados em cidades de menores dimensões.
A complexidade de cada caso em particular também pode influenciar os custos.
Também existem advogados que exigem logo de início o depósito de uma determinada quantia.
O valor dos honorários dos advogados, tendo em conta as limitações e restrições impostas àqueles pelo Estatuto da Ordem dos Advogados, é uma questão relativamente à qual considerámos preferível que seja discutida directamente com o próprio advogado. Contudo, lembramos que é imprescindível informar-se com o advogado sobre o valor da sua hora, pois só assim poderá fazer uma estimativa dos custos que o seu caso vai ter.
Estes são alguns dos aspectos/perguntas a considerar:
  • A primeira consulta é livre de custos?
  • Qual o preço por hora que o advogado cobra pelos seus serviços?
  • Quantas horas/custo total o advogado estima que o seu caso vá envolver?
  • Qual vai ser o acréscimo dos custos se o seu caso demorar muito mais do que inicialmente estava previsto?
  • É necessário efectuar um pagamento antecipado? Se sim, qual o seu valor?
  • Com que frequência deve ser efectuado o pagamento dos seus serviços? (mensalmente, quando o processo estiver concluído)
  • Existem outros custos? Se sim, quais e qual o seu valor?
Se procura um advogado em Lisboa, contacte-nos por email ou telefone. Responderemos de imediato ás suas questões.        

(fonte: www.advogadonahora.pt)
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<![CDATA[Como contratar um bom advogado? ]]>Wed, 13 Oct 2010 01:24:24 GMThttp://www.advogadosemlisboa.com/1/post/2010/10/como-contratar-um-bom-advogado.htmlPode ser que você nunca tenha pensado em contratar um advogado, mas é bem comum precisar dos serviços dos profissionais da advocacia. Seja uma acção do trabalho para reclamar algum direito, seja uma acção de família para separação, herança, ou outro acto qualquer considerado mais complexo, você pode vir a precisar deste profissional. Nesta hora é preciso estar preparado.

Especialistas alertam que você deve sempre consultar um advogado antes de: casar, comprar ou vender um imóvel, montar ou fechar uma empresa. Chamam a atenção ainda que as pessoas correm riscos desnecessários que poderiam ser evitados com a consulta de um profissional especializado na área. Entretanto as pessoas os procuram apenas quando o problema já se concretizou, sendo muito mais difícil de resolver e mais oneroso para a pessoa envolvida.

O mais adequado na escolha de um advogado é dar preferência à indicação de alguém conhecido, assim você não estará atirando no escuro. De preferência procure relatos de conquistas positivas deste profissional.

O bom advogado é aquele que dá todas as explicações necessárias ao cliente, informa correctamente sobre o andamento do processo e cumpre todos os prazos processuais e acima de tudo é de confiança.

O direito é bastante segmentado, e é preciso prestar atenção se o advogado a ser contratado tem experiência sólida na área que abrange o seu problema. Há excelentes advogados da área do trabalho que não entendem nada de inventários. Por isso certifique-se de que este profissional é adequado para o tipo de acção que você precisa.

Lembre-se também que muitas vezes: o barato sai caro. Portanto na hora do contrato de honorários procure avaliar se o preço que lhe está sendo cobrado condiz com a realidade. Preços muito abaixo da média podem não garantir um serviço de qualidade.

Um bom advogado não é aquele que dá certeza dos resultados da causa, mas aquele que expõe as reais possibilidades de ganhar ou perder a acção e se compromete em dar o seu melhor na busca do resultado positivo. Nenhuma acção judicial tem final garantido, pois toda a decisão tem certo grau de subjectividade, e o resultado final só pode ser dado pelo próprio Juiz. Se o advogado garantir o sucesso da acção, desconfie.

O advogado a ser contratado também deve esclarecer quanto lhe será cobrado caso a acção venha a ser dada improcedente, ou seja, caso você perca, e as possíveis consequências disto.

É importante tomar alguns cuidados também com relação à procuração, pois esta dará poderes ao advogado para efectuar acções em seu nome, estas acções serão de sua responsabilidade.

É muito importante que se saiba o que está assinando, esclarecendo todas as questões que ocasionarem dúvidas. E em hipótese alguma assinar papel ou documento procuratório em branco, isto evitará dores de cabeça futuras. Evite a colocação de cláusulas de poderes muito amplas, estabeleça apenas o necessário para a solução do seu problema.

A partir daqui você já deverá estar mais familiarizado com as questões mais importantes para a escolha do profissional ideal a contratar.

Fonte: (http://www.contextojuridico.com.br/como-contratar-um-bom-advogado-pelo-guia-telefonico/)

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